kar(ma)toon

Bom Karma... ou não!

Quarta-feira, Dezembro 16, 2009

KARMABOX WITH A VIEW - SCREAMIN JAY HAWKINS- "I PUT A SPELL ON YOU"

Sem palavras...

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Quinta-feira, Dezembro 10, 2009

SCRATCHING THE SURFACE

Vhils é um daqueles casos de artistas de rua - ou melhor, que começaram e continuam a usar as ruas e os edifícios como telas - que conseguiram ir mais longe e chegar, por exemplo, à famosíssima Tate Gallery de Londres.

Entretanto já tem obras espalhadas um pouco por todo o mundo, inclusive na exigente Nova Iorque

Os trabalhos são impressionantes, misturam graffiti, com stencil, com colagens e com um martelo pneumático, o vídeo abaixo é belíssimo e o senhor na realidade chama-se Alexandre Farto. Pois, é português e ninguém por cá parece reconhecê-lo...











Quarta-feira, Dezembro 09, 2009

DIAS DIFÍCEIS

Este blog é o espelho da fase atarefada - para ser simpático - que atravesso. Faculdade, ensaios com o grupo de teatro Os Garranus, faculdade, ensaios com o TUP, faculdade, a preparação do próximo curso do TUP, faculdade, faculdade e faculdade.
Tanta coisa na cabeça que devia/queria verter para aqui...

Lá para 2012 e se não for ano de fim do mundo.

Segunda-feira, Dezembro 07, 2009

Desde que vi este filme que tenho ensaiado uma forma de escrever algo sobre ele. Nunca consegui porque não me parecia digno o suficiente.
É um dos filmes da minha vida, o melhor de sempre da Pixar, e uma das mais incríveis personagens da história do cinema.
Um dia destes, neste blog...

RESOLVAM-SE!!

Curto e grosso: as escutas que são claríssimas, mas às vezes são dúbias, que são esclarecedoras ou turvas, que aparentemente implicam, ou não implicam o nosso Primeiro-Ministro, deviam ser reveladas. Que se lixem as questões deontológicas, éticas; que se lixe o facto se abrir um precedente. O povinho está farto e cheio de desconfiar da classe política e de viver a vida na eterna dúvida, não se está a ser comido por lorpa, mas se é comido todos os dias e por toda a gente.

O caso presente assume implicações ainda mais graves e que carecem de uma rápida resolução. A legislatura acaba de ser renovada e em condições dificílimas, já que uma feroz oposição vai fazer tudo o que lhe for possível para, como os putos mimados, fazer birra e impedir o Governo de gerir o país. Um Governo que já havia provado a sua incapacidade para encaixar com desportivismo as críticas que lhe são constantemente dirigidas, e que se organizou em torno de uma arrogância a toda a prova. Sem a maioria absoluta, lá se vai a arrogância. Sem a arrogância, lá se vai a capacidade de combater as polémicas.

Esta polémica tem de ser esclarecida. O povinho elegeu um governador que de repente se vê envolvido em mais um acidente que ultrapassa o universo meramente político. E como ninguém sabe se ele esteve ou não esteve ligado à polémica do mega-sucateiro, convinha esclarecer pelo menos essa parte. De outra forma, como esperamos que este Governo sobreviva? O povo tem de saber, que se lixe o resto!

IGUALDAD ANIMAL

Não é uma gralha, é simplesmente o nome da organização espanhola a favor da igualdade de direitos para os animais que ontem, em Madrid, se manifestou silenciosamente na Praça da Porta do Sol. Foram cem activistas, cada um segurando num animal morto.

Acho piada que os noticiários tratem este assunto do ponto de vista do quão chocante ele é. Mas entendo, de certa forma. Nunca ninguém gosta que se lhe esfregue um problema no focinho, certo? Foi os que os activistas fizeram.

Para mim a questão é muito simples: os animais, enquanto seres vivos devem ter os mesmos direitos que todos os seres vivos. Para mim isso quer dizer que devem ter os mesmos direitos que nós. O problema é que o ser humano acha que os animais, por não serem «racionais» - e isto dava uma discussão tremenda acerca do que é afinal ser racional - não podem ter os mesmos direitos. A questão devia ser abordada ao contrário. A inteligência de humanos e restantes animais devia interferir nos deveres e nas obrigações, mas não nos direitos.

Um ser vivo deve ter direito a simplesmente ser deixado em paz. Quanto a deveres e obrigações... bem, isso nem sequer é assunto, porque todos os animais, vivendo na sua própria sociedade ou não, têm os seus deveres e obrigações instintivamente esclarecidos. Nós é que não.


Já sabem, podem e devem ver o vídeo, mas será que conseguem?

Segunda-feira, Novembro 30, 2009

OS MAIORES!!!

Uma pequena pausa no trabalho porque tem de ser.
Já toda a gente deve ter visto este vídeo. Se não viram, já o deviam ter visto.
Se não é a melhor homenagem de sempre aos Queen...


Quinta-feira, Novembro 19, 2009

AIAIAIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII



Quem me conhece sabe que sou um fã convicto da cultura mariachi, certo? Pois bem, temos novidades e das boas. Os The Bronx são uma banda punk de Los Angeles que sempre demonstrou uma especial apetência para a música mariachi. O ano passado decidiu juntar-se a David Hidalgo dos Los Lobos e a Alfredo Ortiz dos Beastie Boys e a gravar um álbum, dar um nome novo a um projecto considerado como paralelo na sua carreira, Mariachi El Bronx, e pronto, basicamente fazer uma festa. A coisa atrasou-se porque foi intenção da banda editar o trabalho através da sua própria editora, a White Drugs.

Seja como for, Mariachi El Bronx anda por aí e convém ouvir. Mas vestidos de Mariachi...

MORDE AQUI...

Ora bem, começo já por confessar que fui ver "Cirque du Freak: The Vampire's Assistant" completamente na desportiva. Os cinemas, nesta altura do ano, costumam ter coisas à partida mais interessantes para ver, que um filme assumidamente juvenil e a cheirar a Harry Potter por todos os lados - o que é o caso. Não faltam filmes para ver...

No entanto, a surpresa acabou por ser semi-agradável. E semi porque o filme de Paul Weitz - que já havia realizado "About a Boy", com Hugh Grant - é despretensioso, simpático e simples o suficiente para derreter o coração de um empedernido cinéfilo de mau feitio. O arranque do filme chega mesmo a prometer uma viagem bastante curiosa pelo mundo dos vampiros e dos freak shows. Bons ambientes, actores juvenis mais do que razoáveis, boa banda sonora e, antes de sabermos isso tudo, um dos melhores genéricos de abertura do ano. O argumento começa sólido e interessante, e o restante elenco (que se vai desvendando) porta-se à altura dos acontecimentos.

No entanto - e também por isto, o filme é apenas semi - a coisa começa lentamente a amolecer, perder o interesse e a ficar demasiado baralhada para se perceber a totalidade de uma história que merecia melhor tratamento. Qual é o problema? "Cirque du Freak: The Vampire's Assistant" é a resenha de três livros da série The Saga of Darren Shan, do escritor... Darren Shan. Ou seja, era impossível o filme não resvalar para um amontoar de situações mal explicadas, personagens que surgem e desaparecem sem se saber o porquê de estarem ali e uma falta gritante de congruência.


O realizador não tem a intenção de enganar seja quem for, e na verdade o filme passa abertamente a informação de que irá haver pelo menos uma sequela. Ainda assim, tanta sinceridade não chega para salvar uma obra que podia ser bem melhor da simples mediania. É uma surpresa, sim senhor, mas podia ser bem maior.

Quarta-feira, Novembro 18, 2009

ENTRETANTO...

Há coisinhas que podem ser bem mais interessantes...






A MONTANHA EXPLODIU UM RATO






Há uma coisa de que nunca se poderá acusar Roland Emmerich: o home é fiel ao seu estilo. Por outras palavras, o homem adora ver coisas a explodir, nomeadamente símbolos americanos. Já deu cabo de duas Casas Brancas, um Empire State Building, meia Nova Iorque e, mais recentemente, um Yellowstone e uma São Francisco. Só lhe faltava mesmo destruir 90% do mundo e da pior forma que lhe fosse possível.

Vai daí o que é faz? Pega numa teoria do fim do mundo muito mal amanhada pelos Maias, em meia dúzia de actores que se limitam a ler o guião que os respectivos agentes lhes mandaram, a gastar milhões em efeitos especiais e a realizar "2012".

E o filme é mau desde logo pela falta de coragem do realizador alemão em assumir que era melhor que aquilo tudo fosse um belíssimo exemplar de uma série B em vias de extinção. Se o tivesse feito talvez se safasse à grande. Como preferiu o caminho do blockbuster pueril, borrou a pintura.

"2012" tem uma boa hora a mais. Tem todo o aspecto de um mau jogo de Playstation. Tem diálogos indescritíveis. Tem situações de humor tão ridículas como inconsequentes. Tem uma sucessão de clichés de mau gosto inacreditável mesmo tendo em conta o realizador de quem se está a falar. E é mesmo tudo muito mau.

Engraçado é o facto de Emmerich parecer alternar, na sua carreira, filmes-catástrofe, como este, com produções mais aceitáveis e escorreitas. O chamamento dos dólares, talvez?